Você sabia? 10 curiosidades sobre a Piraquê que muita gente desconhece

Criada no Rio de Janeiro em 1950, marca atravessou gerações com produtos como Goiabinha e Leite Maltado e levou sua identidade para mais de 40 países

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Da fábrica construída em Madureira às embalagens desenvolvidas por um dos grandes nomes da arte brasileira, a história da Piraquê guarda detalhes que ajudam a explicar como a marca carioca atravessou mais de sete décadas presente nas prateleiras e na memória dos consumidores.

Fundada em 1950, no Rio de Janeiro, a Piraquê construiu parte dessa identidade com produtos que se tornaram conhecidos nacionalmente, como Goiabinha, Presuntinho, Queijinho e o Biscoito de Leite Maltado.

Hoje integrante da M. Dias Branco, a marca aproveita sua nova campanha, “Não tem por quê. Tem Piraquê”, para revisitar alguns episódios dessa trajetória. Confira dez curiosidades.

1. A história começou em Madureira

A primeira fábrica da Piraquê começou a ser construída em 1950, em Madureira, na Zona Norte do Rio. Mais de 75 anos depois, a região continua ligada à operação da marca.

(Foto: Divulgação)

2. A Goiabinha surgiu em 1966

Um dos produtos mais conhecidos da empresa, a Goiabinha Piraquê foi lançada em 1966 e é apresentada pela marca como o primeiro biscoito recheado com goiabada produzido no Brasil.

3. Lygia Pape ajudou a criar a identidade da marca

Talvez uma das histórias menos conhecidas da Piraquê esteja justamente nas embalagens.

A artista Lygia Pape, um dos principais nomes do neoconcretismo brasileiro, participou da criação da identidade visual dos produtos. Seu trabalho aproximou arte e design de um objeto presente no cotidiano de milhões de consumidores.

(Reprodução da Internet)

4. A repetição das embalagens não é por acaso

Os padrões repetidos encontrados nas embalagens de produtos como Goiabinha, Presuntinho e Queijinho são parte da linguagem visual desenvolvida para a marca.

Décadas depois, a estética continua funcionando como uma espécie de assinatura visual da Piraquê e voltou a servir de referência para a atual campanha publicitária.

5. Alguns produtos atravessaram gerações

Goiabinha, Presuntinho, Queijinho e Leite Maltado estão entre os produtos que ajudaram a construir a memória afetiva em torno da marca.

A permanência desses itens também mostra uma estratégia comum a marcas tradicionais: preservar produtos reconhecidos enquanto o portfólio continua recebendo novidades.

6. Piraquê ocupa posições relevantes no mercado de biscoitos

Segundo dados da Nielsen apresentados pela empresa, a Piraquê ocupa a segunda posição em volume no mercado de biscoitos, além da liderança na categoria premium e da segunda colocação em valor.

7. A produção mudou, mas os clássicos permaneceram

Ao longo das décadas, processos industriais e tecnologias de produção foram incorporados à operação. A expansão permitiu aumentar a escala sem retirar do portfólio alguns dos produtos que construíram a identidade da marca.

8. A marca passou para a M. Dias Branco em 2018

Um dos principais capítulos recentes aconteceu em 2018, quando a Piraquê passou a integrar o portfólio da M. Dias Branco.

A partir daí, a distribuição foi ampliada dentro e fora do Brasil.

9. Os produtos já chegam a mais de 40 países

A antiga marca criada em Madureira ganhou alcance internacional. Atualmente, segundo a empresa, produtos Piraquê são comercializados em mais de 40 países.

10. Até o Leite Maltado carrega uma referência ao Rio

O formato ondulado do tradicional Biscoito de Leite Maltado também remete às origens cariocas da empresa. Segundo a Piraquê, as ondas foram inspiradas no desenho dos calçadões do Rio de Janeiro.

Mais de sete décadas depois da abertura da fábrica em Madureira, elementos criados no passado continuam aparecendo tanto nos produtos quanto na comunicação da empresa.

É justamente essa combinação entre design, memória afetiva e reconhecimento visual que ajuda a explicar a longevidade da marca nas prateleiras brasileiras.

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