A Fuel Eyewear, marca brasileira especializada em óculos, planeja abrir 20 novas unidades em 2026, com foco em shopping centers.
A estratégia acompanha o fortalecimento dos centros comerciais no país, que movimentaram R$ 200,9 bilhões em 2025 e receberam, em média, 471 milhões de visitantes por mês, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).
Atualmente, o Brasil conta com 658 shoppings em operação. O cenário tem impulsionado marcas que buscam ampliar a presença em locais de grande circulação e consumo, em meio à demanda crescente por conveniência e experiências integradas de compra.
Com 65 unidades distribuídas pelo país, entre lojas em shoppings e operações em aeroportos, a Fuel Eyewear pretende concentrar a maior parte da expansão em cidades com elevado potencial de consumo.
A expectativa é que cada nova unidade instalada em shopping gere cerca de cinco empregos diretos.
Segundo Flávio Barros, CEO da empresa, a estratégia busca fortalecer a presença da marca em ambientes de grande fluxo de consumidores.
“A expansão em shopping centers faz parte de uma estratégia estruturada para consolidar a marca em locais de alta circulação. Nosso objetivo é crescer de forma sustentável, com um modelo de negócio acessível, rentável e alinhado ao comportamento atual do consumidor”, afirma.
Shoppings ganham força na expansão do varejo
O movimento acompanha a retomada do fluxo nos centros comerciais e o interesse crescente das marcas em ocupar espaços de maior conveniência. Além do varejo tradicional, os shoppings têm atraído operações voltadas para serviços, alimentação e franquias, ampliando a diversidade de negócios.
Para sustentar o plano de crescimento, a Fuel Eyewear opera com diferentes formatos de franquia. Um deles é o Quiosque Light Ilha, voltado para operações compactas e de rápida implantação, com investimento inicial a partir de R$ 106,3 mil.
Já o modelo Loja Fuel Óptica, direcionado ao segmento óptico e com portfólio mais amplo, exige investimento aproximado de R$ 345 mil.
A empresa avalia que a combinação entre o fortalecimento dos shopping centers e a busca por modelos de negócios mais flexíveis deve continuar impulsionando a expansão da rede nos próximos anos.


