O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. A medida foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador e faz parte do processo de reestruturação financeira da varejista.
O pedido envolve, além da holding, subsidiárias do grupo, como Cnova, Bartira, Casas Bahia Tecnologia e empresas ligadas à operação logística.
A decisão ocorre após a companhia divulgar um prejuízo superior a R$ 10 bilhões no segundo trimestre de 2026, resultado cerca de 18 vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado. O balanço também confirmou o fechamento de 298 lojas.
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Com a recuperação judicial, o Grupo Casas Bahia pretende reorganizar suas obrigações financeiras e dar continuidade ao processo de reestruturação da operação. O mecanismo permite que empresas em dificuldades financeiras negociem seus débitos com credores sob supervisão da Justiça.
A companhia, dona de uma das marcas mais tradicionais do varejo brasileiro, já vinha promovendo mudanças em sua estrutura nos últimos anos, incluindo redução da rede física, revisão de custos e iniciativas para melhorar sua estrutura de capital.


