Mais de 70 mil brasileiros devem viajar para a América do Norte durante a Copa do Mundo de 2026.
De olho nesse público, um levantamento da fintech Nomad apontou a Cidade do México como uma das principais bases para os torcedores e estimou que uma viagem de sete dias à capital mexicana pode custar entre R$ 6,9 mil e R$ 35,2 mil.
A pesquisa também identificou os principais hábitos de consumo, hospedagem e lazer dos turistas brasileiros no país.
Quanto custa viajar para a Cidade do México?
O estudo também estimou os custos médios de uma viagem de sete dias para a capital mexicana, considerando passagens aéreas, hospedagem, alimentação e passeios turísticos.
Para quem busca economizar, o gasto estimado é de aproximadamente R$ 6.950. Nesse perfil, os viajantes costumam optar por transporte público, hospedagens mais simples ou hostels e alimentação em mercados tradicionais e pontos de comida de rua.
Já o perfil considerado confortável tem custo médio de R$ 13.600. A categoria inclui hospedagem em hotéis boutique ou de quatro estrelas, principalmente nos bairros Roma Norte e Condesa, além do uso frequente de aplicativos de transporte.
Para os turistas que buscam experiências de alto padrão, os gastos podem ultrapassar R$ 35.200. Nesse caso, a hospedagem costuma se concentrar em Polanco, região conhecida pelo mercado de luxo, com hotéis cinco estrelas, restaurantes renomados e serviços de transporte privativo.
Mobilidade e gastronomia lideram gastos
Os dados analisados pela Nomad mostram que a mobilidade urbana está entre as principais despesas dos brasileiros no México. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, onde a Uber lidera o setor, no mercado mexicano os clientes da fintech utilizam principalmente a plataforma Didi para transporte e delivery.
Na gastronomia, o levantamento aponta que os turistas combinam experiências tradicionais e opções mais sofisticadas. Além de consumir em redes internacionais, como cafeterias, os brasileiros também investem em restaurantes de alta gastronomia e espaços com vistas panorâmicas da cidade, como rooftops e bares localizados em áreas nobres da capital mexicana.
Cultura além dos estádios
Para os dias sem jogos, o estudo destaca alguns dos principais atrativos turísticos procurados pelos brasileiros.
Entre eles estão a Casa Azul, residência onde viveu a artista mexicana Frida Kahlo, no bairro de Coyoacán, além das pirâmides de Teotihuacán e dos tradicionais passeios de barco pelos canais de Xochimilco.
A pesquisa também aponta que Polanco se tornou uma das regiões preferidas dos turistas brasileiros por reunir centros comerciais, hotéis de alto padrão, museus e opções de entretenimento. Já os bairros Roma e Condesa aparecem como alternativas para visitantes que buscam uma experiência mais cultural e descontraída.
Serviços voltados para viajantes
De olho no aumento do fluxo de turistas durante a Copa do Mundo, a Nomad também ampliou sua oferta de serviços para viagens internacionais. Entre as opções estão chip virtual de internet (eSIM), seguro viagem com cobertura médica internacional e programas de cashback para reservas em plataformas de hospedagem.
Segundo a fintech, clientes podem receber 6% de cashback em reservas realizadas pelo Booking.com e até 8% em compras feitas na Decolar, com os valores creditados diretamente na conta internacional da empresa.


