A 5ª edição do Festival LED: Luz na Educação, promovido pela Globo e Fundação Roberto Marinho, reuniu artistas, educadores, jornalistas, pesquisadores e jovens em uma programação intensa sobre inovação, tecnologia, cultura e aprendizagem.
O evento trouxe uma agenda ampla de debates, oficinas e apresentações que abordaram desde o impacto das redes sociais até o uso da inteligência artificial na educação, passando por temas como criatividade, saúde mental e inclusão social.
Criatividade, educação e IA abrem a programação
A abertura contou com a mesa “Criatividade é coisa nossa”, reunindo nomes como Taís Araújo, Charles Watson e Zaika dos Santos e Marina Sena, com mediação de Sandra Annenberg. O debate girou em torno da criatividade como ferramenta essencial no processo educativo, especialmente em um cenário de transformação digital acelerada.
Na sequência, a cantora Juliette Freire participou da palestra “Educação: o combustível que amplia suas escolhas”, destacando o papel da educação como motor de transformação social e autonomia.
Influência digital e saúde mental em debate
Um dos momentos mais comentados foi a mesa “Quem influencia o que crianças e adolescentes pensam, sentem e aprendem?”, que reuniu Felipe Neto, Elisama Santos, Kátia Chedid e Thalita Lisbosa, com mediação de Ana Paula Araújo.
O debate tratou da influência das redes sociais no comportamento de jovens, algoritmos e responsabilidade digital, tema que tem ganhado cada vez mais espaço no debate público.

Outro destaque foi a mesa “Anatomia do post: uma reflexão urgente sobre um uso mais saudável das telas”, com o pediatra Daniel Becker, que discutiu os impactos do uso excessivo de dispositivos digitais na saúde mental de crianças e adolescentes.
Educação, empreendedorismo e protagonismo jovem
O festival também abriu espaço para discussões sobre o futuro do trabalho e empreendedorismo. Na mesa “Protagonismo que se aprende”, nomes como Xico Sá e Tati Machado discutiram competências empreendedoras e caminhos possíveis para jovens em um mercado em transformação.
Já projetos vencedores do Prêmio LED foram apresentados ao público, destacando iniciativas de inovação social e educação em diferentes regiões do país.
Oficinas, cultura e experiências interativas
Além dos debates, o evento contou com uma série de oficinas práticas, incluindo formações em STEM para mulheres, práticas pedagógicas com cordel, educação digital e metodologias criativas. O espaço LEDinho foi dedicado às crianças e famílias, com atividades lúdicas, leitura, oficinas sensoriais e experiências educativas.
Um olhar para o futuro da educação
Com uma programação que reuniu grandes nomes da educação, cultura e comunicação, o Festival LED reforçou a proposta de aproximar diferentes áreas do conhecimento em torno de um mesmo objetivo: repensar a educação no Brasil.
Os debates também destacaram temas como desigualdade educacional, inteligência artificial, educação midiática e inclusão, apontando caminhos para uma aprendizagem mais conectada com os desafios contemporâneos.
Encerramento e Pocket Show de Marina Sena
O evento encerrou com o lançamento do movimento “Cada hora importa”, reunindo instituições como Fundação Roberto Marinho, Fundação Itaú, Instituto Natura e Fundação Lemann, reforçando a necessidade de ampliar o acesso à educação integral no país.
Ao final da programação, a cantora Marina Sena participou de um pocket show de encerramento no Festival LED. A apresentação breve fechou o evento unindo música e cultura à proposta do festival, que durante os dois dias promoveu debates sobre educação, criatividade e inovação.


