Greg Heffley estava preparado para comemorar mais um ano de vida e achava que nada podia dar errado no seu aniversário. Até descobrir que a própria família esqueceu a data e preferiu disputar um concurso de tortas na igreja em vez de organizar a festa surpresa para ele.
Decidido a compensar o fiasco, o garoto azarado resolve planejar uma nova comemoração, mas tudo vira uma confusão: convidados indesejados, brincadeiras constrangedoras e um desejo difícil de concretizar — ganhar de presente o card raríssimo das MicroCriaturas, que vale uma fortuna e é a nova obsessão de todo mundo da cidade.
Enquanto tenta lidar com a vergonha pública de ser “o menino esquecido pela mãe”, já que o vídeo do aniversário frustrado viralizou nas redes sociais, Greg encara dilemas típicos da pré-adolescência: o medo de crescer, a vontade de ser notado e a decepção de ver seus planos se tornando um verdadeiro desastre.
Em Diário de um Banana: Festa insana, 20º volume da série best-seller lançada pela VR Editora no Brasil, Jeff Kinney prova que o universo de Greg continua atemporal e cheio de trapalhadas, ironia, caos familiar e muito humor.
Quando a gente é criança, precisa fazer cada aniversário valer a pena porque, quando você vai ver, já virou adulto e a festa acabou.
(Diário de um Banana: Festa Insana, p. 3)
Em meio a um bolo perdido, crises existenciais e uma caça ao tesouro digna de reality show, a narrativa em formato de diário traz um lado cômico e ácido ao retratar a vida como ela é: confusa, exagerada e, acima de tudo, divertida.
Kinney ainda compartilha reflexões com os jovens leitores sobre expectativas, amadurecimento e o que realmente faz os momentos especiais valerem a pena. Festa insana mostra que o valor de uma celebração não está nas surpresas ou em ganhar presentes, mas, sim, nas pessoas que continuam por perto e dando apoio quando tudo dá errado.
Os livros da série Diário de um Banana foram traduzidos para 62 idiomas e distribuídos em 74 países. Já são mais de 275 milhões de exemplares vendidos ao redor do mundo e, apenas no Brasil, a coleção já ultrapassa a marca de 14,3 milhões de cópias comercializadas.


