Na noite desta quinta-feira (21), o Botafogo encarou a LDU, numa missão complicada de segurar a magra vantagem que fez no jogo da ida, no Estádio Nilton Santos, por 1 a 0. Apesar da vantagem no placar, o Fogão não tinha um bom retrospecto jogando na altitude pela competição, sendo a última vitória nos anos 60.
Além do ar rarefeito e variação da bola, o Botafogo jogou sem Montoro e Arthur Cabral, por opção técnica. Com 3 volantes (Danilo, Marlon e Allan) e Marçal improvisado na zaga, o Botafogo começou o jogo sofrendo muita pressão. Logo aos 7 minutos, a LDU abriu o placar, após finalização de Villamil, que rebateu na zaga do Glorioso e entrou, sem chance para John realizar a defesa.
A única finalização a gol do Botafogo no alvo veio ainda na primeira etapa, com Marlon Freitas, num chute totalmente seu perigo ao goleiro.
Na segunda etapa, a LDU novamente voltou com mais intensidade. Aos 60 minutos, após um escanteio inexistente marcado para o time da casa, Marlon Freitas bloqueou uma finalização com o braço e o árbitro não demorou à marcar a penalidade, convertida na sequência por Alzugaray.
Davide Ancelotti, numa tentativa de reagir, realizou mudanças no time, mas nada surgia efeito. Aos 83 minutos, após pressão do Botafogo, Mina acertou um carrinho perigoso em Jeffinho e foi expulso após análise do VAR.
Mesmo com um jogador a mais, o Botafogo foi muito ineficiente, com cruzamentos e lançamentos sem destino final. O árbitro, após 7 minutos de acréscimo, apitou pela última vez e decretou a eliminação do atual campeão da Libertadores.
A torcida do Botafogo certamente se encontra decepcionada, ainda mais após ver Palmeiras e Cruzeiro aumentando a vantagem na tabela em relação à equipe carioca, depois de duas derrotas duras no Estádio Nilton Santos. A disputa pelo título no Brasileirão está cada vez mais distante, e o clube volta agora suas esperanças para uma possível conquista inédita na Copa do Brasil, aonde enfrentará o Vasco da Gama.
O Botafogo volta a campo já no domingo, no Estádio Alfredo Jaconi, contra o Juventude, em mais uma viagem longa e cansativa. O alvinegro, na sequência, voltará ao Rio de Janeiro para jogar os clássicos na Copa do Brasil, entremeados por uma partida contra o Bragantino, no Brasileirão. A expectativa é de compromissos complicados em uma sequência difícil. Em caso de uma possível eliminação novamente, o técnico Davide Ancelotti tende a balançar no cargo do Glorioso de General Severiano.
Fato é que o Botafogo pouco mereceu a classificação no dia de hoje, com um jogo muito pouco ofensivo e com pouquíssima ou quase nenhuma criatividade no meio-campo. Apesar da dificuldade da altitude ser comum para times que enfrentam a LDU, o atual campeão da Libertadores não mostrou o poder de reação necessário para defender seu título, mas acredita em êxito nacional neste, até então, ruim e conturbado ano de 2025.
Além do ar rarefeito e variação da bola, o Botafogo jogou sem Montoro e Arthur Cabral, por opção técnica. Com 3 volantes (Danilo, Marlon e Allan) e Marçal improvisado na zaga, o Botafogo começou o jogo sofrendo muita pressão. Logo aos 7 minutos, a LDU abriu o placar, após finalização de Villamil, que rebateu na zaga do Glorioso e entrou, sem chance para John realizar a defesa.
A única finalização a gol do Botafogo no alvo veio ainda na primeira etapa, com Marlon Freitas, num chute totalmente seu perigo ao goleiro.
Na segunda etapa, a LDU novamente voltou com mais intensidade. Aos 60 minutos, após um escanteio inexistente marcado para o time da casa, Marlon Freitas bloqueou uma finalização com o braço e o árbitro não demorou à marcar a penalidade, convertida na sequência por Alzugaray.
Davide Ancelotti, numa tentativa de reagir, realizou mudanças no time, mas nada surgia efeito. Aos 83 minutos, após pressão do Botafogo, Mina acertou um carrinho perigoso em Jeffinho e foi expulso após análise do VAR.
Mesmo com um jogador a mais, o Botafogo foi muito ineficiente, com cruzamentos e lançamentos sem destino final. O árbitro, após 7 minutos de acréscimo, apitou pela última vez e decretou a eliminação do atual campeão da Libertadores.
A torcida do Botafogo certamente se encontra decepcionada, ainda mais após ver Palmeiras e Cruzeiro aumentando a vantagem na tabela em relação à equipe carioca, depois de duas derrotas duras no Estádio Nilton Santos. A disputa pelo título no Brasileirão está cada vez mais distante, e o clube volta agora suas esperanças para uma possível conquista inédita na Copa do Brasil, aonde enfrentará o Vasco da Gama.
O Botafogo volta a campo já no domingo, no Estádio Alfredo Jaconi, contra o Juventude, em mais uma viagem longa e cansativa. O alvinegro, na sequência, voltará ao Rio de Janeiro para jogar os clássicos na Copa do Brasil, entremeados por uma partida contra o Bragantino, no Brasileirão. A expectativa é de compromissos complicados em uma sequência difícil. Em caso de uma possível eliminação novamente, o técnico Davide Ancelotti tende a balançar no cargo do Glorioso de General Severiano.
Fato é que o Botafogo pouco mereceu a classificação no dia de hoje, com um jogo muito pouco ofensivo e com pouquíssima ou quase nenhuma criatividade no meio-campo. Apesar da dificuldade da altitude ser comum para times que enfrentam a LDU, o atual campeão da Libertadores não mostrou o poder de reação necessário para defender seu título, mas acredita em êxito nacional neste, até então, ruim e conturbado ano de 2025.


