O duelo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors, marcado para o dia 20 de outubro, ganhou mais um capítulo fora de campo.
Nesta segunda-feira (28), o clube cruz-maltino recebeu uma nova resposta negativa da administração do Maracanã, que alegou a impossibilidade de ceder o estádio devido ao desgaste que o gramado sofreria.
Com a negativa, a diretoria vascaína trabalha para mandar a partida em São Januário. O obstáculo atual é a exigência da Conmebol, que estabelece capacidade mínima de 30 mil torcedores para esta fase da competição.
Para superar a restrição, o Vasco atua em conjunto com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) na tentativa de convencer a entidade sul-americana a liberar o local.
Adequações e vias judiciais
O principal argumento do clube é que o Estádio de São Januário reúne todas as condições de segurança e estrutura para receber o confronto. Entre as medidas em andamento, o presidente Pedrinho trabalha para ampliar a capacidade do setor visitante para até 2 mil pessoas.
Caso a Conmebol mantenha a proibição, a diretoria não descarta recorrer à Justiça para garantir o direito de jogar em seu estádio. Além disso, uma ação judicial para tentar mandar o jogo no Maracanã também permanece no radar caso não haja acordo amigável.
Se todas as tratativas jurídicas e institucionais falharem, o Estádio Nilton Santos, com capacidade para 45 mil torcedores, surge como a última alternativa do clube dentro do estado do Rio de Janeiro.


