Neste último domingo (05/07), após a derrota da seleção brasileira por 2 a 1 contra a Noruega, houve um questionamento sobre a decisão de Bruno Guimarães de bater o pênalti concedido ao Brasil, ainda no primeiro tempo.
O volante brasileiro vinha fazendo uma Copa do Mundo de primeira prateleira, com 4 assistências na competição, Bruno vivia sua melhor fase com a “amarelinha”, porém, desperdiçou a cobrança na marca da cal.
Internautas e comentaristas já haviam questionado o porquê da escolha de Bruno ao invés de Vini Jr. (artilheiro e protagonista do Brasil na Copa).Com o término do jogo, Davide Ancelotti, filho e auxiliar técnico de Carlo, concedeu uma entrevista, ainda no gramado e respondeu essa dúvida:
“É uma decisão pré definida como em todos os jogos, sempre decidimos na preleção e avisamos aos jogadores quem bate o pênalti.”
Depois, na coletiva de imprensa com Carlo Ancelotti, o treinador italiano citou “estatísticas” para as escolhas dos batedores de pênaltis da seleção:
“Fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor na seleção era Raphinha. Naquele momento no campo, o melhor a tirar (bater) o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha e depois Bruno Guimarães, e depois Martinelli.”
Bruno Guimarães, em toda a carreira, tinha cobrado apenas 3 pênaltis em situação de bola rolando, nas três oportunidades, havia marcado o gol. A única vez que não marcou, foi ontem, na derrota para a Noruega.Vinícius Júnior, por outro lado, havia batido 19 pênaltis com 13 conversões, mais experiente mesmo com menor aproveitamento.


