No final da partida de quarta-feira (03/12), contra o Ceará, que sagrou o Fla campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, Bruno Henrique expôs, pela primeira vez, perspectivas de seu futuro no Flamengo e no futebol.
Em entrevista para o canal RaFla Mello, o camisa 27 revelou já estar pensando na hora de se aposentar dos gramados.
“O meu desejo, a minha vontade, é terminar aqui no Flamengo, e eu acho que o momento está chegando ao fim: jogar esse último ano no Flamengo e, quem sabe, pendurar as chuteiras”, afirmou Bruno Henrique.
Janeiro de 2019
Bruno Henrique assinava contrato com o Flamengo até dezembro de 2021 e chegava junto de outros dois atletas que, mais tarde, se tornariam eternos. Bruno Henrique, Arrascaeta e Gabigol juntos somaram mais de 110 participações em gols, além das conquistas do Brasileiro e da Libertadores daquele ano.
Certamente, uma relação que, já no primeiro ano, todos sabiam que seria para sempre.
Após o ano mágico do Flamengo em 2019, veio a pandemia, que afastou o povo do futebol, a torcida dos estádios e até mesmo jogadores de campo. Bruno Henrique conviveu com algumas lesões graves nos anos seguintes, fazendo com que ficasse até 10 meses afastado.
Perdeu espaço, mas sempre foi aquele mesmo Bruno Henrique: decisivo e símbolo de conquistas e história no Flamengo.
2025: entre o drama e a glória eterna
Bruno Henrique viveu longas emoções no ano de 2025, desde aflições e exposições até gols e títulos importantes.
O camisa 27 foi investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Um pouco mais tarde, o atleta seria denunciado e julgado pelo STJD. Em novembro deste ano, ele foi absolvido, sendo apenas multado no valor de R$ 100 mil.
Tempo de glória
Titular em boa parte dos jogos após a lesão de Pedro, Bruno Henrique marcou gols importantes, ajudando o clube a repetir o mesmo feito do mágico ano de 2019: campeão brasileiro e da América.
Bruno Henrique é considerado um dos maiores jogadores da história do clube, estando em uma prateleira com seletos jogadores de forma unânime pela opinião do torcedor. E, mesmo sabendo que o fim está próximo, a Nação já eternizou o jogador na história.


