De igual para igual! Clubes brasileiros encaram gigantes e empolgam na estreia do Mundial

Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras não perderam na rodada inaugural da Copa do Mundo de Clubes

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O tão esperado pontapé inicial dos representantes nacionais mostrou que o Brasil desembarcou nos Estados Unidos disposto a competir de igual para igual com as potências europeias.

No domingo (15), tivemos a estreia dos brasileiros na competição. Começando pelo Palmeiras, o Alviverde já de cara encarou um europeu: o Porto.

Foi uma verdadeira batalha, um jogão em que o clube brasileiro teve ligeira vantagem e merecia ter marcado ao menos um gol.

No mesmo dia, um pouco mais tarde, o Glorioso enfrentou o teoricamente modesto anfitrião do grupo, o Seattle Sounders.

O clube alvinegro, ainda no primeiro tempo, conquistou uma ótima vantagem de 2 a 0, o que resultou em certo “relaxamento” na etapa final.

O time viu os americanos diminuírem a diferença e quase empatarem, mas, no fim, levou os três pontos — cruciais na busca pela classificação.

Nesta quinta-feira (19), os cariocas encararão simplesmente o atual campeão europeu e um dos favoritos ao título mundial, o PSG.

O Rubro-Negro carioca estreou no dia seguinte (16) contra o tradicional Espérance, da Tunísia.

Apesar das grandes conquistas recentes em seu país, os tunisianos não resistiram: o time brasileiro venceu sem muitas dificuldades por 2 a 0 e agora aguarda o duelo contra o Chelsea, que ocorrerá na próxima sexta-feira (20).

Por último — e talvez o confronto mais emblemático desta primeira rodada —, o Fluminense deu um show de garra e organização tática diante do Borussia Dortmund.

O Tricolor das Laranjeiras não se intimidou diante do vice-campeão da Champions League e, desde o primeiro minuto, foi melhor, criando as principais chances.

Apesar do 0 a 0, os comandados de Renato Portaluppi saem de cabeça erguida pela ótima atuação.

Concluída a primeira rodada para os brasileiros, que impressão fica?

O futebol brasileiro tem nível para encarar, de igual para igual, esses gigantes europeus? Por ora, a resposta é sim.

Afinal, dentro de campo a história é outra, e os sul-americanos vêm mostrando isso.

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